Agentes podem sonhar? A Anthropic diz que sim
Em uma sequência impressionante de lançamentos, mais uma nova funcionalidade chega ao Claude: Dreams. Com ela, o agente ganha capacidade de “sonhar”, segundo a Anthropic.
Memory Stores
Ao longo das diferentes sessões conversacionais, os agentes guardam informações valiosas para que possam ser reaproveitadas depois. Chamadas de Memory Stores, essas informações incluem resumos, preferências, convenções de projetos, erros e problemas, contexto de domínio e por aí vai.
Com essas stores, o conhecimento de uma sessão é carregado para outra de forma otimizada, sucinta e pronta para que aquela nova janela de contexto saiba apenas o necessário.
A nova funcionalidade entra para resolver um problema comum: informação inválida. Seja por conta de regras de domínio que mudaram, por ser informação antiga ou até mesmo algo que contradiz uma informação pré-existente.
Claude Dreams
Agora os agentes da Anthropic, de forma assíncrona, captam até 100 sessões anteriores e fazem o levantamento de transcrições, registros e informação relevante para limpar seus Memory Stores, fazendo com que um novo “relatório” seja salvo como resultado dessa limpeza.
Ou seja, o agente agora consegue avaliar quais informações são contraditórias, o que ele deve remover por repetição e quais insights novos surgem dessa análise.
O ponto mais importante é que o armazenamento original não é alterado diretamente. O sistema gera uma saída separada, que pode ser revisada, aceita ou descartada pelo desenvolvedor.
Acesso e uso
Essa ferramenta está em Research Preview, e você pode solicitar acesso por aqui: Claude Dreams.
Os Dreams são cobrados como uso normal de API, podendo ser utilizados com modelos como Opus 4.7 e Sonnet 4.6.
