A Revolução da Inteligência Artificial no Setor Bancário
A Plumery AI trouxe uma novidade que pode transformar a forma como os bancos operam. A tecnologia de integração padronizada da Plumery promete não apenas simplificar o uso de inteligência artificial nas operações diárias, mas também garantir a segurança e conformidade regulatória necessárias para o setor financeiro.
O conceito de “AI Fabric” baseia-se na conexão de ferramentas e modelos de IA generativa com dados e serviços bancários essenciais. Essa abordagem visa eliminar integrações personalizadas que consomem tempo, promovendo uma arquitetura orientada a eventos e baseada em APIs.
Por que isso importa? Com um framework robusto, os bancos podem escalar suas operações de forma eficiente e segura.
Desafios à vista. Apesar dos investimentos significativos em experimentos de IA nas instituições financeiras, a realidade é que muitos projetos permanecem limitados. A pesquisa da McKinsey aponta que, embora a IA generativa possa aumentar a produtividade e melhorar a experiência do cliente, os bancos enfrentam dificuldades para implementar as soluções em produção. Isso ocorre devido a dados fragmentados e modelos operacionais ultrapassados.
Ben Goldin, fundador da Plumery, é claro: “As instituições financeiras esperam casos de uso reais que melhorem a experiência do cliente, mas sem abrir mão da governança e da segurança.”
Fragmentação de Dados: Um Grande Obstáculo
A fragmentação de dados se mantém como uma barreira para a implementação prática da IA nas finanças. Muitos bancos dependem de sistemas legados que criam silos em produtos e jornadas dos clientes. Cada nova iniciativa em IA exige trabalho de integração, revisões de segurança e aprovações de governança, aumentando os custos e retardando a entrega.
Consequências? Regulações exigem que os bancos possam explicar e auditar resultados gerados por IA, especialmente em áreas sensíveis como a avaliação de crédito e a prevenção à lavagem de dinheiro. Os desafios são claros: criar um ecossistema onde os dados sejam compartilhados de forma segura e eficaz.
A IA Já Está em Ação
Mesmo enfrentando obstáculos, a IA já está integrada em diversas áreas do setor financeiro. Instituições como o Citibank estão utilizando chatbots para responder a perguntas comuns dos clientes, diminuindo a pressão sobre os call centers e melhorando os tempos de resposta.
Outros grandes bancos implementam análises preditivas para monitorar portfólios de empréstimos e prever inadimplências. O Santander, por exemplo, aplica modelos de machine learning para avaliar riscos de crédito.
Detecção de fraudes? É uma área que já faz uso intenso de IA, analisando padrões de transações para identificar comportamentos anômalos de forma mais eficaz do que sistemas baseados em regras.
Oportunidades em um Mercado Competitivo
A Plumery compete em um mercado dinâmico de plataformas bancárias digitais, posicionando-se como uma camada de orquestração. Com parcerias estratégicas, como a com a Ozone API, os bancos conseguem entregar serviços em conformidade com os padrões de forma mais ágil, sem a necessidade de desenvolvimento customizado.
A tendência é clara. A arquitetura composable está em ascensão, permitindo que bancos insiram IA e serviços de terceiros em seus sistemas centrais existentes.
Preparação Desigual
A pesquisa da Boston Consulting Group revela que menos de 25% dos bancos se sentem prontos para a adoção em larga escala da IA. A lacuna se encontra em governança, fundações de dados e disciplina operacional. Em resposta, reguladores ofereceram ambientes controlados para experimentação.
E agora? O desafio para empresas como a Plumery é fornecer a infraestrutura que una ambições tecnológicas e realidades regulatórias. A diferença entre sucesso e falha reside na capacidade de demonstrar que novas ferramentas são seguras e transparentes.
Próximo Passo: À medida que os bancos avançam da experimentação para a produção, o foco se volta para arquiteturas que suportem a IA. Plataformas que provarem flexibilidade técnica e aderência à governança terão um papel crucial na próxima fase da transformação bancária digital.
